Conferências, Seminários, Simpósios, Oficinas

Seminário sobre Triagem Neonatal do CES-RJ reuniu especialistas, controle social e Atenção Primária da SES/RJ

DSCF0448

Cristiano silveira, coordenador do GT do Teste do Pezinho do CES-RJ

Diretores do Hemorio e Apae também participaram

O Conselho Estadual de Saúde do Rio de Janeiro realizou hoje (5) no auditório do Conselho regional de Odontologia, no Centro do Rio, o Seminário Estadual sobre Triagem Neonatal com a participação de representantes da Atenção Primária da Secretaria de Estado de Saúde, Hemorio e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Instituto Vidas Raras, conselheiros estaduais e municipais.

DSCF0405

Participantes

Com o objetivo abordar temas como a Política Estadual de Triagem Neonatal, os avanços e os retrocessos no Teste do Pezinho, o Teste do Pezinho Ampliado, o estado do Rio de Janeiro no Programa Nacional de Triagem Neonatal e de debater com propostas de consolidação do Programa de Triagem Neonatal no estado do Rio de Janeiro, o seminário recebeu os (as) palestrantes Thaís Severino (Superintendência de Atenção Primária à Saúde da SES), que falou sobre a Política Estadual de Triagem Neonatal, doenças cobertas pelo Teste do Pezinho e o Teste do Pezinho no Programa Nacional de Triagem Neonatal, Débora do Carmo Luz (enfermeira de Triagem Neonatal), Cristiano Silveira, que discorreu sobre os avanços e retrocessos no Teste do Pezinho. Cristiano também é conselheiro estadual e coordenador do Grupo de Trabalho do Teste do Pezinho do CES-RJ. As palestras prosseguiram com Fernando Leyendecker Rocha, Diretor Médico  da Apae-Rio e Regina Próspero, vice-presidente do Instituto Vidas Raras. Regina falou sobre a abrangência do Teste do Pezinho Ampliado capaz de detectar cerca de 50 doenças metabólicas (o Teste do Pezinho tradicional oferecido pelo no SUS identifica 6 doenças).

Acesse as apresentações

A mesa de abertura contou com as presenças de Fernanda Polo Louredo (assessora executiva de assuntos estratégicos do gabinete da SES), que substituiu o secretario de estado de saúde Edmar Santos, o diretor do Hemorio Luiz Amorim, o conselheiro estadual Cristiano Silveira. A presidente do Conselho Estadual de Saúde foi substituída pelo conselheiro estadual Márcio Berman. A cerimônia foi conduzida pela conselheira estadual Alcione Cipriano. Ao final das apresentações, o público presente fez parte do debate e pôde fazer perguntas para os palestrantes. A deputada estadual Martha Rocha, devido a compromissos assumidos anteriormente, não pôde comparecer. Em seu lugar, Compareceu Luiz Eduardo Menescal.

DSCF0415

Luiz amorin, diretor do Hemorio

DSCF0446

Luiz Eduardo Menescal, representante da deputada estadual Martha rocha

DSCF0451

Participantes fizeram perguntas aos palestrantes

DSCF0422

Alcione Cipriano

DSCF0419

Fernanda Polo Louredo, Cristiano silveira e Luiz Amorim

DSCF0411

O conselheiro Márcio Berman substituiu a presidente Zaira da Costa

Os participantes

Cerca de 40% dos participantes foram constituídos por estudantes, demonstrando o interesse dos jovens pelo tema. Além de estudantes, 25% do público foi formado por profissionais de saúde. O seminário contou também com a participação de gestores e integrantes do Controle Social no estado.

A Secretaria de Estado de Saúde disponibilizou lanche durante todo o período do seminário. A Assessoria de Comunicação do CES-RJ transmitiu ao vivo na sua página oficial no Facebook, na íntegra as apresentações e o debate.

O Teste do Pezinho é um exame obrigatório para todos os recém-nascidos e gratuito na rede pública de saúde. No SUS, no ano de 2017,  53,51% das crianças realizaram o teste até o quinto dia de vida do bebê; seguido por 18,27% entre 6º e o 8º dia; e 12,77% entre 9º e o 15º dia. Outras 8,2% realizaram entre o 15º e o 30º dia de vida; e 4,53% realizaram após 30 dias de vida. A data para a coleta do teste do pezinho foi preconizada entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê, principalmente por causa do início muito rápido dos sinais e sintomas de três das seis doenças detectadas pelo Programa, como o hipotireoidismo congênito, hiperplasia adrenal congênita e fenilcetonúria. Quanto maior a rapidez na identificação e início do tratamento das doenças, maior a possibilidade de evitar sequelas nas crianças, como a deficiência mental, microcefalia, convulsões, comportamento autista, fibrosamento do pulmão, crises epilépticas, entre outras complicações. (Fonte: Ministério da Saúde)

Daniel Spirin Reynaldo/Ascom CES-RJ

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s