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Hospitais federais terão militares e profissionais de hospitais privados, no Rio

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Em reunião com diretores dos hospitais federais do Rio, representantes das secretarias estadual e municipal de Saúde e representantes do Ministério da Saúde e da Secretaria Geral da Presidência (SGPR), ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta anunciou ação integrada e ‘choque de gestão’ nas unidades do estado

O ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta esteve reunido nesta última quarta-feira (23), no Rio de Janeiro, com o Secretário de Atenção à Saúde, Francisco de Assis Figueiredo; o Secretário Executivo da SGPR, Floriano Peixoto, a Secretária Especial de Modernização do Estado (SEME), Márcia Amorim, e o Secretário Especial Adjunto da SEME, Odilon Mazzini. As esferas estadual e municipal foram representadas neste encontro por seus Secretários de Saúde, respectivamente, Edmar José dos Santos e Ana Beatriz Busch Araújo. Juntos, eles trataram de uma ação integrada para tentar melhorar as condições dos seis hospitais federais no estado.

Dentre as medidas anunciadas, está a “parceria com profissionais dos hospitais de referência e excelência do país como Sírio-Libanês (SP), Albert Einstein (SP), Alemão Oswaldo Cruz (SP), Hospital do Coração (SP) e Moinhos de Vento (RS) que, para receberem o certificado de filantropia, transferem para o SUS tecnologia, conhecimento e experiência em gestão, entre outras práticas”. [Fonte: Secretaria-geral]

Segundo reportagem da Agência Brasil, “os seis hospitais federais instalados no Rio de Janeiro – Andaraí, Bonsucesso, Cardoso Fontes, Ipanema, Lagoa e Servidores – vão contar com a presença de profissionais militares e civis de unidades das Forças Armadas, que vão trabalhar na reestruturação do atendimento. Além disso, hospitais privados de outras localidades terão participação nas alterações que serão feitas para melhorar as condições de atendimento no setor. Entre esses hospitais privados, estão o Sírio-Libanês, o Albert Einstein e o Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, e o Moinhos de Vento, de Porto Alegre, que, para receber o certificado de filantropia, transferem experiência em tecnologia, conhecimento e experiência em gestão, entre outras práticas, para as unidades federais”.

Intervenção

O ministro negou que a presença dos militares signifique uma intervenção nos hospitais federais. “Não existe intervenção, porque não se intervém em algo que é da sua responsabilidade. É função do Ministério da Saúde. Esses hospitais estão sob gestão da União, são federais. O que se está fazendo é reconhecer que muito da situação e do que acontece nesses hospitais é falta de decisão do governo federal para enfrentar os problemas de falta de concurso, de reposição, de educação continuada, de equipamento e de rotina.” [Agência Brasil]

“Ao longo dos primeiros 100 dias de governo, com auxílio de uma consultoria, o Ministério da Saúde avaliará o desempenho das seis unidades federais de saúde no Rio de Janeiro, para que se tornem mais ágeis, acessíveis e alinhadas às boas práticas e aos padrões de qualidade e segurança dos pacientes”.

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Ministro Luiz Henrique Mandetta, em entrevista à imprensa. [Foto: Tomaz Silva-EBC]

Mandetta promete um “choque de gestão” para “diminuir a espera por atendimento nas unidades de emergência, melhorar o tempo médio de internação de cada paciente, reduzir os índices de infecção hospitalar, diminuir as taxas de mortalidade e racionalizar a utilização de recursos”. [UOL]

Categorias:Notícias em Saúde

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